História das figuras Pokémon: da Tomy de 1997 até hoje
Como um brinquedo de gashapon virou um objeto de coleção valorizado.
As figuras Pokémon nasceram quase junto com a franquia. Entender sua história ajuda a datar e avaliar qualquer peça que você tenha em mãos.

1997: a Tomy abre o caminho
A Tomy lança Monster Collection (MonColle) no Japão: figuras pequenas, de escala consistente, vendidas em blister e em máquinas de gashapon. Elas definem o padrão que as outras marcas seguiriam.
A distribuição por regiões
Com a expansão da franquia fora do Japão, surgem fabricantes licenciadas por mercado:
- Hasbro — Estados Unidos.
- Auldey — outros mercados. Suas diferenças em relação à Tomy.
- Funskool — Índia.
Todas oficiais, com acabamentos e numerações próprios. Daí vem boa parte da confusão atual sobre "isso é original?".
A concorrência e os detalhes
A Bandai ganha força em duas frentes:
- Pokémon Kids — centenas de séries, grande cobertura, estilo chibi.
- Zukan — foco em escala e detalhes, com linhas evolutivas completas.
Com o tempo, chegam Kaiyodo, Jakks, Jazwares e outras, cada uma com seu nicho de qualidade e estilo.
Hoje: de brinquedo a coleção
O que começou como prêmio de máquina hoje movimenta um mercado importante: graais de existência contada, preços de referência e todo um trabalho de autenticação contra bootlegs. Mas o centro continua o mesmo desde 1997 — a figurinha Pokémon em tamanho de bolso.
Por que conhecer a história ajuda
Saber qual marca dominou cada época ajuda a datar uma peça, entender por que existe em várias versões e perceber quando algo não combina com a origem alegada.
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