PokéFig Score (PFS): como medimos raridade com método, sem achismo
Pare de dizer 'esta é rara'. Comece a entender quanto e por quê.
"Esta figura é rara" não significa nada se você não consegue dizer quanto nem por quê. O PokéFig Score (PFS) é um modelo que atribui um número à raridade, em vez de deixá-la por conta da intuição ou do vendedor da vez.
A ideia básica
O valor de uma figura de coleção se explica por três fatores:
escassez × demanda × estado de conservação
O PFS fundamenta a raridade na distribuição real — quantas existem e como foram distribuídas — e não no acabamento ou na impressão de que "parece cara". Uma figura bonita e brilhante pode ser comum; uma feia e opaca pode ser um graal. O acabamento não define a raridade; a distribuição, sim.
Os níveis
Cada figura entra em um nível:
- Comum
- Pouco comum
- Escassa
- Rara
- Graal
Além disso, recebe uma etiqueta de confiança: *documentado* (dado comprovado) ou *estimado* (inferido). Assim, você sabe se o número tem comprovação ou é uma aproximação.
O critério para ser graal
Um detalhe que quase ninguém considera: nem tudo que é caro é graal. Uma peça vendida por 25 dólares no varejo não é graal só porque alguém adora. Para ser graal, precisa atender a três critérios:
fora do varejo + escassez real + demanda
Se qualquer um deles faltar, não é graal. Isso evita a inflação típica de "tudo que eu tenho é graal".
Para que serve
- Ordenar o catálogo por raridade e ver primeiro o que é difícil.
- Classificar as figuras de um Pokémon pela dificuldade de encontrá-las.
- Não pagar a mais por algo que "parece raro", mas é comum.
- Saber o que é realmente escasso na sua coleção.
Ordene o catálogo por PFS em /catalogo?orden=rarity ou leia a metodologia completa em /pfs. Para o nível mais alto, veja os graais.